Postada por Altilene Soares.
Valor On-Line.
SÃO PAULO - O Korea Eximbank, banco de fomento ao comércio exterior da Coréia do Sul, irá liberar uma linha de US$ 1 bilhão para a Vale do Rio Doce. Os recursos darão suporte financeiro aos projetos da empresa brasileira, possibilitando a manutenção estável dos embarques de produtos minerais para o país asiático."O acordo irá nos permitir trocar informações sobre projetos de mineração com uma grande companhia global e ainda reforçar a participação das empresas coreanas em projetos de matéria-prima na América do Sul", comunicou o banco coreano. No ano passado, a sul-coreana Posco, quarta maior siderúrgica do mundo, importou 46 milhões de toneladas de minério de ferro, sendo 23% desse volume oriundo do Brasil. Em nota divulgada na noite de ontem, a Vale informou já dispor de linhas de crédito de longo prazo com instituições governamentais do Brasil e do Japão e que esses recursos ainda não foram utilizados.A mineradora não revelou, entretanto, quais projetos receberão recursos coreanos.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Projeto visa formar 10 mil programadores
Por: Edilane Damasceno Reis.
Um projeto público e privado promete formar 10 mil novos programadores ao longo de 2009. Chamado de ForSoft, o projeto é uma idéia dos ministérios da Ciência e do Emprego e existe desde 2006, mas só no próximo ano terá um número ambicioso de formandos. Segundo o ministério da Ciência, o governo Federal firma parcerias com empresas de TI para dar formação de programadores a jovens de famílias pobres do país. Ao longo de 2009, as duas pastas afirmam que aplicarão R$ 7 milhões no programa. As empresas privadas que participarem devem investir no programa, contratando professores ou cedendo suas áreas físicas, como salas e centrais de computação, para os novos alunos. Segundo o ministério da Ciência, há uma carência na formação de programadores em várias áreas do país. A idéia é concentrar investimentos nestas regiões e acordar com os parceiros privados para que contratem os melhores jovens formados no programa. A expectativa é que 30% dos formandos terminem o curso com uma proposta de trabalho. Ao contrário dos cursos realizados em 2007 e 2008, no próximo ano a duração do aprendizado será de apenas seis meses e não mais um ano. Em contrapartida, as aulas serão diárias e não mais semanais. A administração do curso avalia que este novo formato será mais eficaz na formação de programadores e diminuirá o porcentual de desistência nestes cursos.
Crise não afeta emprego, mas renda tem maior queda desde janeiro de 2006
por: ALEXANDRA FERREIRA
O mercado de trabalho vem passando incólume em meio à crise e deverá fechar o ano com o melhor desempenho desde o início da série histórica da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) iniciada em março de 2002. De janeiro a outubro, a taxa de desemprego média é 8%, abaixo dos 9,6% verificados em igual período em 2007. Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, é bem provável que a taxa fique abaixo dos 9,3% constatados ao longo do ano passado."Historicamente, há mais contratações em novembro e dezembro.
O mercado de trabalho vem passando incólume em meio à crise e deverá fechar o ano com o melhor desempenho desde o início da série histórica da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) iniciada em março de 2002. De janeiro a outubro, a taxa de desemprego média é 8%, abaixo dos 9,6% verificados em igual período em 2007. Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, é bem provável que a taxa fique abaixo dos 9,3% constatados ao longo do ano passado."Historicamente, há mais contratações em novembro e dezembro.
Foi o que aconteceu no ano passado, quando a taxa de desemprego caiu entre outubro e dezembro", afirmou.Ao mesmo tempo, a queda na renda do trabalhador foi a maior observada desde janeiro de 2006. Em outubro, o rendimento médio real foi de R$ 1.258,20, queda de 1,3% em relação ao mês anterior. Por outro lado, de janeiro a outubro, o trabalhador recebeu, em média, R$ 1.247,16, 3,3% acima dos R$ 1.207,04 observados em igual período no ano passado."A redução na renda em outubro está associada ao aumento de 0,55% da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Pode ter havido também influência do maior número de pessoas entrando no mercado de trabalho.
Pode ser um reflexo do início das contratações temporárias", completou Azeredo.A taxa de desemprego em outubro ficou em 7,5%, a segunda menor da série, conforme divulgou nesta quarta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Para Azeredo, o resultado mostra estabilidade no mercado de trabalho. Ele frisou que não houve redução estatisticamente significativa na passagem de setembro para outubro, com todas as regiões pesquisadas estáveis."O mercado de trabalho ainda não sentiu os reflexos da crise. Não há percepção de dispensas, e as contratações continuam acontecendo.
Entre setembro e outubro, foram inseridas mais 176 mil pessoas no mercado de trabalho", observou.O nível de ocupação, que mede a população com mais de 10 anos de idade, também é recorde. De janeiro a outubro, 52,4% dessa população está empregada. Em igual período em 2007, esse índice era de 51,4%. Em outubro, o nível de ocupação chegou a 53,5%.Entre as regiões pesquisadas, o IBGE constatou que a taxa de desemprego de 7,7% em São Paulo foi a menor da série, deixando para trás os 7,8% observados em dezembro de 2005. Azeredo avaliou que este resultado mostra que a estabilidade econômica vem se refletindo no mercado de trabalho. São Paulo representa 40% da população ocupada verificada pela PME."A construção do nível atual do mercado de trabalho vem se sustentando há tempos. Esse bom momento não surgiu do dia para a noite.
Embora haja um processo de crise instalado no mundo, nossa economia está arrumada", destacou Azeredo.Fora Salvador, onde a taxa de desemprego caiu de 11,3% para 10,7%, não houve grandes variações nas outras regiões. A taxa ficou em 8,9% em Recife, 7% no Rio de Janeiro, 5,9% em Belo Horizonte e 5,6% em Porto Alegre.
fonte: www.bol.com.br
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Bolsa cai 4,5%, em sua 3ª perda seguida; dólar sobe a R$ 2,325.
Postada por Altilene Soares
Da Redação Em São Paulo.
Os investidores repercutem os desdobramentos da crise financeira mundial. Após o Japão ter confirmado que entrou em recessão, um ministro local disse que o país deverá permanecer em contração econômica pelo menos até 2010.Segundo analistas, esta é considerada uma péssima notícia para a situação fiscal do governo japonês, já que isso vai significar menos receita durante um momento em que o governo enfrenta uma montanha de dívidas.As principais Bolsas da Europa encerraram o pregão desta terça-feira em alta, após passarem grande parte do dia em queda.Na Ásia, as Bolsas fecharam em baixa com a volta das preocupações sobre a saúde do setor financeiro. Ontem, o Citigroup anunciou a demissão de 52 mil funcionários, aumentando o alerta sobre a provável demora da recuperação dos bancos. Contribuiu para o pessimismo também a notícia de que o lucro dos seis maiores bancos japoneses caiu 58% entre abril e setembro.Para ampliar a liquidez no mercado, o Banco Central Europeu injetou hoje US$ 52,286 bilhões a uma taxa de juros fixa de 1,51% e com vencimento para 28 dias.No Reino Unido, a inflação anual ao consumidor britânico desacelerou pela primeira vez em mais de um ano e ficou em 4,5% em outubro, contra os 5,2% registrados em setembro, atingindo assim o menor patamar desde julho.Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor caiu 2,8% em outubro. Um mês antes, o recuo foi de 0,4%. Sem alimentos e energia, itens considerados voláteis, o indicador aumentou 0,4% no mês passado, mesma taxa apurada em setembro.No Brasil, as vendas no varejo cresceram 1,2% em setembro, pelo sétimo mês consecutivo. Na comparação com igual período do ano passado, o aumento verificado foi de 9,4%.O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo avançou 0,58% na segunda medição do mês, contra os 0,57% apurados no levantamento anterior.
Da Redação Em São Paulo.
Os investidores repercutem os desdobramentos da crise financeira mundial. Após o Japão ter confirmado que entrou em recessão, um ministro local disse que o país deverá permanecer em contração econômica pelo menos até 2010.Segundo analistas, esta é considerada uma péssima notícia para a situação fiscal do governo japonês, já que isso vai significar menos receita durante um momento em que o governo enfrenta uma montanha de dívidas.As principais Bolsas da Europa encerraram o pregão desta terça-feira em alta, após passarem grande parte do dia em queda.Na Ásia, as Bolsas fecharam em baixa com a volta das preocupações sobre a saúde do setor financeiro. Ontem, o Citigroup anunciou a demissão de 52 mil funcionários, aumentando o alerta sobre a provável demora da recuperação dos bancos. Contribuiu para o pessimismo também a notícia de que o lucro dos seis maiores bancos japoneses caiu 58% entre abril e setembro.Para ampliar a liquidez no mercado, o Banco Central Europeu injetou hoje US$ 52,286 bilhões a uma taxa de juros fixa de 1,51% e com vencimento para 28 dias.No Reino Unido, a inflação anual ao consumidor britânico desacelerou pela primeira vez em mais de um ano e ficou em 4,5% em outubro, contra os 5,2% registrados em setembro, atingindo assim o menor patamar desde julho.Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor caiu 2,8% em outubro. Um mês antes, o recuo foi de 0,4%. Sem alimentos e energia, itens considerados voláteis, o indicador aumentou 0,4% no mês passado, mesma taxa apurada em setembro.No Brasil, as vendas no varejo cresceram 1,2% em setembro, pelo sétimo mês consecutivo. Na comparação com igual período do ano passado, o aumento verificado foi de 9,4%.O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em São Paulo avançou 0,58% na segunda medição do mês, contra os 0,57% apurados no levantamento anterior.
O consumidor ético e as marcas sustentáveis
POR SAYMON NOGUEIRA LIMA
Se, como diz a sabedoria popular, contra fatos não há argumentos, alguns dados recentes contribuem para derrubar as reservas dos céticos do movimento do consumo consciente no mundo.
De acordo com um relatório do Cooperative Bank, o valor dos gastos dos britânicos com produtos verdes cresceu em 81% entre 2006 e 2007. Em 1999, os ingleses desembolsavam 9,6 bilhões de libras. Em 2007, as cifras estavam em 32,3 bilhões de libras. O mercado norte-americano de produtos ecologicamente corretos está estimado hoje em 227 bilhões de dólares. E ele só faz crescer, a despeito da crise econômica que tem incomodado o país no último ano.
Um em cada três italianos e franceses considera a questão ambiental em suas decisões de compra. Um em cada cinco alemães e espanhóis valoriza o fator sustentabilidade na hora de escolher um produto ou uma marca. No Brasil, dois em cada dez brasileiros punem ou premiam empresas segundo os seus compromissos sustentáveis. Mas se utilizada uma amostragem de consumidores de classe A, mais escolarizados, essa proporção cresce, aproximando-se do padrão dos europeus e norte-americanos.
Ainda que tais dados careçam de precisão e comparabilidade, na medida em que decorrem de pesquisas pontuais, eles possibilitam, para o que interessa a este artigo, duas conclusões gerais. A primeira: o “apelo verde”, que parecia apenas uma moda politicamente correta, na segunda metade dos anos 1990, transformou-se, com a urgência das mudanças climáticas, em fator determinante no comportamento do novo consumidor deste século 21. A segunda conclusão cabível é que nenhuma empresa com produto voltado para o público final poderá, nos próximos anos, ignorar a variável da sustentabilidade como elemento importante na construção de sua marca, sob pena de perder clientes cada dia menos fiéis em mercados com produtos crescentemente comoditizados.
A inclusão da temática socioambiental entre as expectativas dos consumidores é, sem dúvida, uma peça nova no tabuleiro do mercado mundial, que vai mudar a maneira como os profissionais de marketing e os planejadores de branding edificam as marcas.
Uma escola de pensadores ingleses atribui a esse comportamento do consumidor a deflagração de uma espécie de terceira onda da construção de marcas. A primeira, denominada racional, e nascida nos anos 1950, fundamentava-se na apresentação dos atributos do produto. Movido pela razão, o consumidor estabelecia com a marca uma relação de confiança baseada na entrega objetiva do benefício que o produto oferecia.
A segunda onda, também conhecida como emocional, teria surgido na década de 1970 com a propaganda de uma certa marca de jeans que, em vez de ressaltar as suas características físicas ou funcionais, tentava convencer o consumidor a usar o produto apelando para a projeção aspiracional de liberdade, juventude, energia e rebeldia. A terceira onda, classificada como ética, teria começado nos anos 1990, inaugurando o conceito de “espiritual brand”. A diferença para as duas anteriores está no fato de que, além identificar os aspectos funcionais do produto ou de aspirar a tê-lo por causa das emoções que evoca, o consumidor ético deseja, sobretudo, comprar produtos de marcas com valores e crenças, de empresas que pensem e ajam como eles.
Mais do que falar, os consumidores “éticos” têm demonstrado vontade de agir. Estima-se que, na média mundial, um terço deles já tenha boicotado pelo menos um produto em virtude de uma percepção de baixo compromisso socioambiental. Engajado, esse tipo de consumidor está, por essa razão, atento ao que dizem as mensagens das chamadas “campanhas verdes.” E também desconfiado delas. No Reino Unido, o Advertiing Standarts Authorithy retirou de circulação, entre janeiro e setembro de 2007, 19 campanhas consideradas enganosas. Nos EUA, há um movimento semelhante.
Desse quadro completamente novo emerge uma reflexão importante. Parece não haver dúvida de que a preocupação sustentável consiste em elemento importante no processo de construção de uma marca contemporânea. O desafio que se coloca aos planejadores de branding é utilizar um marketing também sustentável, que leve em conta quatro princípios afinados com a noção de sustentabilidade: a verdade, a clareza, o não-desperdício e a coerência entre o que a marca promete e o que ele efetivamente entrega.
De autoria de Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental
Fonte: Envolverde/Revista Idéia Socioambiental
Se, como diz a sabedoria popular, contra fatos não há argumentos, alguns dados recentes contribuem para derrubar as reservas dos céticos do movimento do consumo consciente no mundo.
De acordo com um relatório do Cooperative Bank, o valor dos gastos dos britânicos com produtos verdes cresceu em 81% entre 2006 e 2007. Em 1999, os ingleses desembolsavam 9,6 bilhões de libras. Em 2007, as cifras estavam em 32,3 bilhões de libras. O mercado norte-americano de produtos ecologicamente corretos está estimado hoje em 227 bilhões de dólares. E ele só faz crescer, a despeito da crise econômica que tem incomodado o país no último ano.
Um em cada três italianos e franceses considera a questão ambiental em suas decisões de compra. Um em cada cinco alemães e espanhóis valoriza o fator sustentabilidade na hora de escolher um produto ou uma marca. No Brasil, dois em cada dez brasileiros punem ou premiam empresas segundo os seus compromissos sustentáveis. Mas se utilizada uma amostragem de consumidores de classe A, mais escolarizados, essa proporção cresce, aproximando-se do padrão dos europeus e norte-americanos.
Ainda que tais dados careçam de precisão e comparabilidade, na medida em que decorrem de pesquisas pontuais, eles possibilitam, para o que interessa a este artigo, duas conclusões gerais. A primeira: o “apelo verde”, que parecia apenas uma moda politicamente correta, na segunda metade dos anos 1990, transformou-se, com a urgência das mudanças climáticas, em fator determinante no comportamento do novo consumidor deste século 21. A segunda conclusão cabível é que nenhuma empresa com produto voltado para o público final poderá, nos próximos anos, ignorar a variável da sustentabilidade como elemento importante na construção de sua marca, sob pena de perder clientes cada dia menos fiéis em mercados com produtos crescentemente comoditizados.
A inclusão da temática socioambiental entre as expectativas dos consumidores é, sem dúvida, uma peça nova no tabuleiro do mercado mundial, que vai mudar a maneira como os profissionais de marketing e os planejadores de branding edificam as marcas.
Uma escola de pensadores ingleses atribui a esse comportamento do consumidor a deflagração de uma espécie de terceira onda da construção de marcas. A primeira, denominada racional, e nascida nos anos 1950, fundamentava-se na apresentação dos atributos do produto. Movido pela razão, o consumidor estabelecia com a marca uma relação de confiança baseada na entrega objetiva do benefício que o produto oferecia.
A segunda onda, também conhecida como emocional, teria surgido na década de 1970 com a propaganda de uma certa marca de jeans que, em vez de ressaltar as suas características físicas ou funcionais, tentava convencer o consumidor a usar o produto apelando para a projeção aspiracional de liberdade, juventude, energia e rebeldia. A terceira onda, classificada como ética, teria começado nos anos 1990, inaugurando o conceito de “espiritual brand”. A diferença para as duas anteriores está no fato de que, além identificar os aspectos funcionais do produto ou de aspirar a tê-lo por causa das emoções que evoca, o consumidor ético deseja, sobretudo, comprar produtos de marcas com valores e crenças, de empresas que pensem e ajam como eles.
Mais do que falar, os consumidores “éticos” têm demonstrado vontade de agir. Estima-se que, na média mundial, um terço deles já tenha boicotado pelo menos um produto em virtude de uma percepção de baixo compromisso socioambiental. Engajado, esse tipo de consumidor está, por essa razão, atento ao que dizem as mensagens das chamadas “campanhas verdes.” E também desconfiado delas. No Reino Unido, o Advertiing Standarts Authorithy retirou de circulação, entre janeiro e setembro de 2007, 19 campanhas consideradas enganosas. Nos EUA, há um movimento semelhante.
Desse quadro completamente novo emerge uma reflexão importante. Parece não haver dúvida de que a preocupação sustentável consiste em elemento importante no processo de construção de uma marca contemporânea. O desafio que se coloca aos planejadores de branding é utilizar um marketing também sustentável, que leve em conta quatro princípios afinados com a noção de sustentabilidade: a verdade, a clareza, o não-desperdício e a coerência entre o que a marca promete e o que ele efetivamente entrega.
De autoria de Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental
Fonte: Envolverde/Revista Idéia Socioambiental
Arte de liderar num mundo globalizado
Por: Edilane Damasceno Reis.
Estamos diante de uma conjuntura com guerras, aumento da violência urbana, crescimento populacional acelerado, concentração de renda e empobrecimento da população. Como conseguir vencer esses desafios? Como motivar os colaboradores a buscarem qualidade, produtividade e ainda trabalharem na velocidade que os clientes exigem? Como reter os melhores profissionais nas organizações? Que mudanças precisam ser implementadas? Só através de líderes que queiram e gostam de lidar com pessoas, conseguiremos chegar a bons resultados. Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. Atualmente, na maioria das organizações, nós não obedecemos mais ordens, pelo menos sem que haja uma boa razão para isso. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Hoje essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudanças. Líder é aquele que mantém pessoas que acreditam nele, que possui seguidores. Agora, quando o foco é a organização, podemos dizer que líderes são aqueles que conseguem os bons resultados esperados, através de outras pessoas. O que diferencia uma organização de outra são as pessoas que a compõem e, principalmente, a forma de gestão existente, porque a tecnologia, a qualidade e os preços praticados são praticamente iguais. Por isso, os líderes precisam tomar as decisões dentro de vários contextos e para tanto precisam usar o máximo de informações para minimizar os erros. O bom líder não dá ordens, controla ou pune. Ele colabora, orienta, desenvolve conhecimentos e habilidades, apóia-se na solução de problemas e reconhece o esforço e o mérito pessoal de seus liderados. Para ele, as pessoas são o que de mais importante existe em seu trabalho. Para vencer, as organizações devem assumir riscos, querer romper com o passado e enfrentar mudanças árduas. Portanto, os líderes devem mostrar às pessoas o motivo e a maneira para saírem de onde estão e como, juntos, se lançarão a uma nova expedição em busca do futuro. Precisam se expressar com palavras e ações. Liderança é uma arte. É a arte de conduzir as pessoas para que façam o que é necessário por livre e espontânea vontade. Líderes antevêem os problemas e diligenciam soluções. Para ser um bom líder é necessário ter conhecimento sobre a própria função, ter um bom relacionamento interpessoal, aceitar as responsabilidades do cargo e ser aberto a mudanças. Líderes conseguem extrair o melhor de cada pessoa, dando-lhes autoridade para que possam ter suas próprias idéias e agir de acordo com elas. O líder será bem-sucedido se souber comportar-se adequadamente de acordo com as diversas situações, ou seja, se conseguir perceber cada contexto e adaptar o melhor método de liderança em função das circunstâncias . A liderança é uma característica a ser desenvolvida. O líder não nasce pronto. Os líderes conseguem tocar o coração das pessoas antes de pedir ajuda. Eles devem estar dispostos a se tornarem mais sensíveis e compreensivos quanto às diferenças culturais, sociais, étnicas e de sexo, no local de trabalho, e a demonstrarem essa sensibilidade e compreensão, para que esse local seja uma expansão significativa da cultura empresarial. Existem líderes que, diante de um grupo de pessoas, só vêem o grupo. Mas os grandes líderes, diante de um grupo, enxergam pessoas distintas, com suas aspirações, querendo viver e querendo mostrar suas competências. Quem quiser ser um bom líder precisará desenvolver diversas características pessoais, qualidades ou virtudes, muito importantes. Entre elas: integridade, entusiasmo, firmeza, auto-motivação, empatia, imparcialidade, humildade, sensibilidade, criatividade, iniciativa, flexibilidade, e dinamismo. É necessário também que o líder tenha credibilidade e bom humor, saiba ouvir, influenciar e se relacionar com as pessoas, seja observador e tenha estabilidade emocional. Precisa também ter habilidade para equilibrar a razão e a emoção. Ser líder não é fácil e ninguém consegue ter todas as virtudes necessárias. O ideal é buscar ter o máximo possível de qualidades entre as citadas e saber as características que precisam ser trabalhadas, buscando tornar-se a melhor pessoa possível. Trabalhe e melhore suas qualidades, sem se esquecer que é muito importante querer ser líder. Conheça seus pontos fortes e fracos para ir se superando e crescendo como pessoa. O profissional que reúne boa parte das características acima vale ouro no mercado de trabalho. Um dos maiores líderes da humanidade foi Jesus Cristo. Ele tinha algumas características que todos os líderes deveriam procurar ter. São elas: ser muito compreensivo e inspirador; ter o dom da oratória, seu discurso era simples e claro; ser um grande conselheiro; possuir humildade e compaixão. Mas, sobretudo, era detentor da confiança de seus discípulos, acessível e comprometido e, além de tudo isso, tinha fé. É impossível sermos um líder como ele, mas podemos imitá-lo em suas qualidades de liderança para sermos líderes melhores. (Por Sonia Jordão).
Estamos diante de uma conjuntura com guerras, aumento da violência urbana, crescimento populacional acelerado, concentração de renda e empobrecimento da população. Como conseguir vencer esses desafios? Como motivar os colaboradores a buscarem qualidade, produtividade e ainda trabalharem na velocidade que os clientes exigem? Como reter os melhores profissionais nas organizações? Que mudanças precisam ser implementadas? Só através de líderes que queiram e gostam de lidar com pessoas, conseguiremos chegar a bons resultados. Antigamente, existia o modelo de gerenciamento através do modo “comando e controle” de dirigir uma organização. Atualmente, na maioria das organizações, nós não obedecemos mais ordens, pelo menos sem que haja uma boa razão para isso. “Comando e controle”, baseado na mentalidade militar eram apropriados até os anos 80, num clima social diferente e num ambiente empresarial estável. Hoje essa estabilidade acabou e o que existe é um ritmo frenético de mudanças. Líder é aquele que mantém pessoas que acreditam nele, que possui seguidores. Agora, quando o foco é a organização, podemos dizer que líderes são aqueles que conseguem os bons resultados esperados, através de outras pessoas. O que diferencia uma organização de outra são as pessoas que a compõem e, principalmente, a forma de gestão existente, porque a tecnologia, a qualidade e os preços praticados são praticamente iguais. Por isso, os líderes precisam tomar as decisões dentro de vários contextos e para tanto precisam usar o máximo de informações para minimizar os erros. O bom líder não dá ordens, controla ou pune. Ele colabora, orienta, desenvolve conhecimentos e habilidades, apóia-se na solução de problemas e reconhece o esforço e o mérito pessoal de seus liderados. Para ele, as pessoas são o que de mais importante existe em seu trabalho. Para vencer, as organizações devem assumir riscos, querer romper com o passado e enfrentar mudanças árduas. Portanto, os líderes devem mostrar às pessoas o motivo e a maneira para saírem de onde estão e como, juntos, se lançarão a uma nova expedição em busca do futuro. Precisam se expressar com palavras e ações. Liderança é uma arte. É a arte de conduzir as pessoas para que façam o que é necessário por livre e espontânea vontade. Líderes antevêem os problemas e diligenciam soluções. Para ser um bom líder é necessário ter conhecimento sobre a própria função, ter um bom relacionamento interpessoal, aceitar as responsabilidades do cargo e ser aberto a mudanças. Líderes conseguem extrair o melhor de cada pessoa, dando-lhes autoridade para que possam ter suas próprias idéias e agir de acordo com elas. O líder será bem-sucedido se souber comportar-se adequadamente de acordo com as diversas situações, ou seja, se conseguir perceber cada contexto e adaptar o melhor método de liderança em função das circunstâncias . A liderança é uma característica a ser desenvolvida. O líder não nasce pronto. Os líderes conseguem tocar o coração das pessoas antes de pedir ajuda. Eles devem estar dispostos a se tornarem mais sensíveis e compreensivos quanto às diferenças culturais, sociais, étnicas e de sexo, no local de trabalho, e a demonstrarem essa sensibilidade e compreensão, para que esse local seja uma expansão significativa da cultura empresarial. Existem líderes que, diante de um grupo de pessoas, só vêem o grupo. Mas os grandes líderes, diante de um grupo, enxergam pessoas distintas, com suas aspirações, querendo viver e querendo mostrar suas competências. Quem quiser ser um bom líder precisará desenvolver diversas características pessoais, qualidades ou virtudes, muito importantes. Entre elas: integridade, entusiasmo, firmeza, auto-motivação, empatia, imparcialidade, humildade, sensibilidade, criatividade, iniciativa, flexibilidade, e dinamismo. É necessário também que o líder tenha credibilidade e bom humor, saiba ouvir, influenciar e se relacionar com as pessoas, seja observador e tenha estabilidade emocional. Precisa também ter habilidade para equilibrar a razão e a emoção. Ser líder não é fácil e ninguém consegue ter todas as virtudes necessárias. O ideal é buscar ter o máximo possível de qualidades entre as citadas e saber as características que precisam ser trabalhadas, buscando tornar-se a melhor pessoa possível. Trabalhe e melhore suas qualidades, sem se esquecer que é muito importante querer ser líder. Conheça seus pontos fortes e fracos para ir se superando e crescendo como pessoa. O profissional que reúne boa parte das características acima vale ouro no mercado de trabalho. Um dos maiores líderes da humanidade foi Jesus Cristo. Ele tinha algumas características que todos os líderes deveriam procurar ter. São elas: ser muito compreensivo e inspirador; ter o dom da oratória, seu discurso era simples e claro; ser um grande conselheiro; possuir humildade e compaixão. Mas, sobretudo, era detentor da confiança de seus discípulos, acessível e comprometido e, além de tudo isso, tinha fé. É impossível sermos um líder como ele, mas podemos imitá-lo em suas qualidades de liderança para sermos líderes melhores. (Por Sonia Jordão).
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