Mostrando postagens com marcador Alexandra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alexandra. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Pioram previsões para 2009: PIB desacelera, inflação e juros sobem

por: ALEXANDRA FERREIRA

A previsão sobre o cenário da economia brasileira para o ano que vem está piorando em todas as áreas, segundo pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado. Para eles, o país vai crescer menos, ter inflação mais alta e mais juros.

A economia do Brasil deve crescer menos de 3% no próximo ano, segundo o levantamento do BC. Dados da pesquisa Focus mostram que os especialistas consultados reduziram a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 de 3% para 2,8%.

Para 2008, os analistas mantiveram a previsão de crescimento de 5,24%.

Quanto à inflação oficial, medida pelo IPCA, os analistas elevaram a previsão de 5,20% para 5,25%.
O mercado também aumentou a expectativa para os juros no ano que vem. Antes os especialistas previam que a taxa básica de juros (a Selic) iria terminar 2009 a 13,31%. Agora, subiram para 13,5%.
No Boletim Focus apresentado nesta segunda-feira, consta ainda dólar a R$ 2,20 no fechamento deste calendário e a R$ 2,15 no término do ano que vem. As taxas superam aquelas apresentadas no relatório passado, de R$ 2,10 para ambos períodos.
Em dezembro, o dólar deve ficar em R$ 2,20, superior aos R$ 2,10 projetados antes.
Para a balança comercial, os analistas mantiveram a expectativa de saldo positivo de US$ 23,6 bilhões em 2008, mas revisaram para baixo o prognóstico para o ano seguinte, de superávit de US$ 13,71 bilhões para US$ 13,66 bilhões.
Sobre a conta corrente, os agentes repetiram a projeção contemplada no documento passado, de déficit de US$ 30 bilhões em 2008. Quanto os 12 meses à frente, prevêem resultado negativo de US$ 30 bilhões e não de US$ 30,03 bilhões.
Foi conservada mais uma vez a expectativa de ingresso de US$ 35 bilhões em investimento estrangeiro direto neste ano e de US$ 25 bilhões em 2009.
Para a produção industrial, a previsão é de ampliação de 5,76% neste calendário e de 3,10% nos 12 meses seguintes.
(Com informações do Valor Online)
fonte: www.uol.com.br

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O valor de uma idéia


por: ALEXANDRA FERREIRA

Todas as vezes que ver e ouvir o nome Coca Cola, lembre-se que seu grande império de riquezas e influência nasceu de uma simples idéia.


Os caminhos que conduzem o empreendedor a uma vida plena de realizações são muito distintos e nem sempre ocorrem como planejados inicialmente. Pergunte a qualquer empreendedor bem-sucedido como ele construiu um império a partir do zero e é provável que ouça algo parecido com “as coisas foram acontecendo”, “trabalhei feito louco” ou ainda “nem eu mesmo sei direito”, porém a realidade é que os negócios bem-sucedidos são idealizados primeiro na mente.

Há mais de 90 anos, um caixeiro de nome Asa Candler adquiriu uma fórmula secreta aparentemente insignificante, rabiscada por um velho farmacêutico chamado John S. Pemberton, num simples pedacinho de papel, por uma quantia irrisória na época, porém para o caixeiro representava a economia de uma vida inteira. O farmacêutico ficou contente de negociar a fórmula por quinhentos dólares e o caixeiro tinha consciência do risco ao adquirir um simples pedaço de papel.

Os fatos posteriores à negociação entre o caixeiro e o farmacêutico são dignos de seres dotados do legítimo espírito empreendedor. Na realidade, o que Asa Candler comprou foi uma idéia. O velho tacho com a amostra do produto, a pá de madeira e a fórmula secreta entregue pelo farmacêutico foram completamente irrelevantes e acidentais na época.

Quase um século depois, o velho tacho de madeira continua gerando riquezas com uma velocidade estonteante ao consumir bilhões de latas e garrafas, ao gerar milhares de empregos diretos ou indiretos em diversos países do mundo e ao proporcionar glória e fortuna para dezenas de artistas e iniciantes que ganham a vida participando de propagandas para promover o produto.

Todos os dias, o líquido precioso se faz presente em milhares de comemorações, festas de aniversários, nascimentos e casamentos ao redor do planeta. Não é possível ficar um dia somente sem ouvir ou ler o nome do produto em qualquer lugar que você vá e, apesar do esforço dos vigilantes do peso, da saúde e do meio ambiente para a redução do consumo, a força natural do marketing exercido sobre o produto desde a primeira festa de aniversário de qualquer pessoa é praticamente indestrutível.

Parafraseando Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, seja quem você for, viva onde viver, seja qual for a sua ocupação, lembre-se, todas as vezes que ver e ouvir o nome Coca Cola, que seu grande império de riquezas e influência nasceu de uma simples idéia. O misterioso ingrediente que o caixeiro misturou à fórmula secreta era nada mais, nada menos, do que imaginação.

A influência da Coca Cola estendeu-se por todos os povoados, cidades, estados, países, organizações, indústrias, roteiros de cinema, rádio, televisão e encruzilhadas do mundo e serve de inspiração para qualquer empreendedor que vislumbre a mínima possibilidade de quebrar todos os recordes desse “matador” de sede universal. Talvez nem o próprio Asa Candler fizesse a mínima idéia da dimensão que uma simples fórmula transformada em líquido pudesse tomar na economia mundial.

Embora o nome Coca Cola seja visto como símbolo do imperialismo econômico americano por muitos países, isso é apenas conseqüência dos rumos que uma simples idéia colocada em prática pode tomar. Quando o empreendedor lança uma idéia e ela se torna bem-sucedida, os acontecimentos subseqüentes podem ganhar uma dimensão que tende a fugir ao seu próprio controle.

Dentre as 100 marcas mais valiosas do planeta, a Coca Cola ocupa a primeira posição no ranking, segundo a pesquisa Best Global 2007, divulgada na Revista americana Business Week, especializada no assunto. Em valores absolutos, uma quantia considerável de US$ 65 bilhões, apenas para o valor da marca, independentemente das demais riquezas proporcionadas pela sua produção e comercialização.

O valor de uma idéia pode ser representado pela seguinte fórmula: V = I + E + O, ou seja, (I) imaginação + (E) esforço + (O) otimismo, portanto, nunca despreze uma simples possibilidade, principalmente quando ela estiver alinhada com a sua vocação, o seu propósito de vida e um amplo sentido de realização.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Inovação sem inteligência é apenas criatividade sem objetivo

por: ALEXANDRA FERREIRA

O Brasil é perfeitamente eficiente em gerar o que ninguém nunca imaginou, mas sempre de maneira individual e artesanal, e raramente com atenção ao retorno e ao valor agregado à idéia.

Apesar do tal “jeitinho” brasileiro, e da marca da criatividade que compõem o imaginário comum quando se tenta explicar o nosso país, ocupamos um sofrível 40º lugar no ranking mundial da inovação. O Brasil está atrás de nações como Chile, Cingapura e Tailândia. Para análise do grau de inovação nacional é preciso grande atenção à inovação das nossas empresas em seus mercados. Essa relação simples indica que um país pouco inovador carece de organizações inovadoras. O problema nosso é esquecer ou não saber que criatividade não é sinônimo de inovação. A primeira pode sugerir idéias originais, mas a segunda vai além. Inovação significa implementar as idéias que otimizam, agregam valor e integram pessoas e empresas com melhoria contínua. A questão é que somos perfeitamente eficientes em gerar o que ninguém nunca imaginou, mas sempre de maneira individual e artesanal, e raramente com atenção ao retorno e ao valor agregado à idéia.
Um caminho para entender e reverter esse quadro é a inteligência. Não a das pessoas, mas a organizacional. A inteligência das empresas podem ser duas: tecnológica e social. Quando falo da inteligência tecnológica, falo do conjunto de recursos, produtos ou dispositivos para atender as necessidades das pessoas (computadores, softwares, veículos, máquinas, equipamentos, ferramentas, circuitos e instalações). Tecnologia social, por sua vez, são as formas necessárias para a interação e colaboração das pessoas em empreendimentos comuns (os objetivos de negócios das suas empresas e organizações), com ou sem inteligência tecnológica. E é exatamente nesse último “tipo” de inteligência que encontramos habilidade e competência das pessoas, técnicas, métodos e modelos de gestão do conhecimento, de processos e de projetos.
Ninguém aplica artefatos tecnológicos em larga escala sem vistas ao retorno sobre os investimentos e sem inteligência social. Se no século XXI os produtos são commodities e o consumidor exige qualidade no atendimento, garantias efetivas e competente suporte técnico, as empresas necessitam, mais do que nunca, manipular o seu acervo intelectual. A sobrevivência delas depende da gestão do conhecimento. Observe e constate que é cada vez mais comum o deslocamento do eixo de produção de setores industriais tradicionais para setores intensivos em conhecimento. O valor das empresas move-se dos seus ativos tangíveis para os intangíveis. Processos e know how tecnológico e gerencial viraram fatores críticos de sucesso.
Virou moda mencionar o capital intelectual das organizações. Não é por acaso. Os ativos intangíveis valorizam e fornecem credibilidade, determinam a capacidade de inovação e aprendizagem organizacional. Capital intelectual é ponto de partida para a capacidade de inovação. Imagine a base da pirâmide organizacional com as funções operacionais (de natureza estruturada, repetitiva e com baixo valor agregado ao negócio), cada vez mais terceirizadas para prover crescimento ao preservar o core business. Onde estará o valor agregado? Exatamente nas atividades no meio e topo da pirâmide, nas camadas gerencial e estratégica da organização. Trata-se da inteligência do negócio, do conhecimento identificado, registrado e mantido a partir de técnicas e ferramentas de modelagem e gestão de processos de negócio.
Processos de negócio são peças fundamentais para o sucesso de qualquer empreendimento. Se não são estruturados, organizados e documentados, os colaboradores não identificam o que fazer, com quem interagir, qual o grau de autonomia da sua função e como tratar as exceções durante a operação diária. Ou seja, colaboradores não colaboram. Apenas com a gestão dos processos de negócio se alcança introdução segura de regras, tempos, rotas e papéis funcionais no ambiente organizacional.
Essa realidade não é de hoje. A crescente terceirização dos processos de baixo valor agregado, além da necessidade de diferenciação e competitividade das empresas, forçaram o surgimento de um novo conceito de processos de negócio – o KPO (Knowledge Process Outsourcing). Trata-se do processo de criação, estruturação, armazenagem, síntese, proteção e monetização de conhecimento. Ultrapassando a simples execução de processos padronizados, há a condução de processos complexos que exigem competência técnicas e analíticas, além de julgamento decisório. Para crescer de acordo com as exigências da moderna pirâmide organizacional, a busca empresarial por centros de inteligência e soluções de negócios para atuar à frente da concorrência significa excelência e sintonia completa com o novo conceito de terceirização da gestão de processos. A gestão que hoje está de braços dados com a gestão do conhecimento. Como se disse, inovar é implementar as idéias que otimizam, agregam valor e integram pessoas e empresas. Não é dar “jeitinho”.
Paulo Antonio de Almeida é PMP e presidente da KPO Consulting and Educational Services.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Estudo revela as causas da improdutividade dos funcionários nas empresas

por: ALEXANDRA FERREIRA

Pesquisa realizada pela Proudfoot Consulting revelou as cinco principais causas de ineficiência produtiva nas empresas: falta de qualificação profissional (27%), falhas de comunicação interna (25%), legislação e regulamentação excessiva (22%), baixo índice de motivação da equipe (21%) e alta rotatividade de funcionários (20%).
A pesquisa foi realizada com 1.272 executivos de 12 países (Austrália, Canadá, Brasil, Rússia, Estados Unidos, China, França, Reino Unido, Alemanha, África do Sul, Índia e Espanha).
No Brasil, os problemas de comunicação interna ficaram em primeiro lugar, com 47% dos entrevistados citando o problema, quase o dobro da média global. "Quando analisamos os problemas de comunicação interna no Brasil, descobrimos que o foco da questão está na comunicação de cima para baixo e entre departamentos", explicou o CEO da Proudfoot Consulting em Atlanta, Luiz Carvalho.
Não é à toa que o Brasil foi classificado em segundo lugar no ranking dos países pesquisados, em relação a problemas de comunicação de cima para baixo.
O problema da comunicação interna
De acordo com o presidente da Proudfoot no Brasil, João Currito, o problema da comunicação interna está atrelado à dificuldade das empresas em estruturar as informações, sistematizando a disseminação das mesmas.
O que acontece é que gerentes e supervisores fazem questão de reter para si informações estratégicas, de maneira que os funcionários acabam se sentindo desmotivados. Há quem nem mesmo saiba quais são os objetivos da empresa para a qual trabalha.
"Os executivos identificaram a comunicação de cima para baixo como um problema. Quando não há comunicação entre líderes e subordinados, abre-se espaço para a liderança informal, que, por sua vez, origina rumores destrutivos à motivação da equipe e, conseqüentemente, à produtividade", diz Currito. "As pessoas querem se sentir importantes para a empresa. Elas precisam se identificar com a empresa e querem saber para aonde ela vai. É preciso existir uma comunicação formal e estruturada, que atinja todos os níveis hierárquicos da empresa", acrescenta o presidente da Proudfoot no Brasil.
Sobre a falta de motivação
Justamente a baixa motivação dos funcionários foi a segunda principal barreira aos ganhos de produtividade. A seguir, aparecem os problemas com as tecnologias de informação e de comunicação, a falta de vontade da gestão sênior em implementar programas de mudança, e a falta de alinhamento entre o desempenho do funcionário e métricas de bônus e objetivos corporativos.
"É essencial que as empresas alinhem corretamente suas métricas de desempenho e planos de incentivo aos objetivos corporativos", disse João Currito. "Se as métricas e os programas de incentivo estiverem mal alinhados, você incentiva funcionários e gestores a se dedicarem a atividades que vão à direção oposta de seus objetivos de negócio. Isso é contraproducente, e prejudica a capacidade da empresa de aprimorar sua produtividade em áreas-chave".
Analisando cada entrave
Confira o peso no Brasil dos cinco principais entraves à produtividade apontados por executivos de todos os países pesquisados:
Problemas de comunicação interna: motivo apontado por 47% dos executivos;
Funcionários desmotivados: 24%;
Legislação: 22%;
Rotatividade de funcionários: 18%;
Qualificação ineficiente: 14%.
O item legislação está atrelado ao tempo gasto por funcionários com trâmites e procedimentos que poderiam ser mais simples. No Brasil, é o caso das obrigações tributárias. O sistema tributário do País é tão complexo que, de acordo com pesquisa do Banco Mundial e da PricewaterhouseCoopers, trata-se do item em que as empresas gastam mais horas com o pagamento de impostos e o cumprimento de obrigações exigidas pela Receita Federal. No total, são 2,6 mil horas por ano.
Já no que se refere à rotatividade de funcionários, Currito chamou atenção para outra constatação da pesquisa: a rotatividade é maior em empresas onde a comunicação de cima para baixo é mais problemática. Isso significa que a retenção de talentos não depende apenas das políticas de Recursos Humanos."
O problema da alta rotatividade de funcionários é muito mais profundo do que a questão salarial ou de benefícios. O profissional precisa se sentir capaz de realizar suas funções, precisa se sentir importante para a empresa", garante.
Por fim, sobre a falta de mão-de-obra qualificada, Currito afirma que a questão está ligada à falta de treinamento nas empresas, ou aos treinamentos ineficientes. "Treinamento é fundamental, mas ele deve ser aplicado no dia-a-dia do profissional. Há empresas que oferecem treinamentos que o funcionário não vai usar".
fonte: www.uol.com.br

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Uma abordagem psicanalítica da crise

por: ALEXANDRA FERREIRA

Por que a pessoa exagera ao investir em ações sabendo que está sujeita à perda? Por masoquismo? Não. Embora a bolsa seja indissociável da oscilação, o investidor tem certeza de que vai ganhar. Negando a realidade dos fatos, diz para si mesmo que ele não há de perder. Exatamente como o fumante diz que ele não há de ter câncer. "Não é comigo" e vai em frente. Insiste na ilusão de que não corre risco porque, como todos nós, desacredita a realidade que o contraria.
O comportamento de risco exacerbado na bolsa implica fazer pouco do gozo presente do dinheiro e negar a possibilidade de fenecer antes da alta. A pessoa comporta-se como se não estivesse exposta à morte e aos seus caprichos, como se tivesse o controle do tempo. Procede assim porque, como todos, ela inconscientemente não acredita que seja mortal.
A crise econômica revela as razões subjetivas pelas quais nos tornamos vítimas dela, ficando, por exemplo, nas mãos da bolsa em vez de dispor do dinheiro para investir em iniciativas palpáveis ou gastar sem culpa e ser feliz. No afã de capitalizar-nos investindo em ações, esquecemos o tempo que passa e nos determina. A bolsa tanto serve à fantasia da capitalização mágica quanto à da imortalidade. Daí o fascínio que ela exerce. Daí o risco que significa.
Não há como escapar às conseqüências da crise, mas esta nos servirá se aprendermos que a ilusão pode trazer grandes dissabores e a negação da realidade pode ser mortífera. Se formos capazes de nos confrontarmos não só com as razões objetivas, mas subjetivas do colapso econômico.
Paradoxalmente, a crise pode ser benéfica porque graças a ela podemos nos reposicionar, reconsiderando a nossa relação com o dinheiro e a vida. E talvez concluindo que pagar a capitalização com o sono perdido não compensa, é caro demais.
fonte: www.veja.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Teletrabalho ganha aderência no mercado corporativo

por : ALEXANDRA FERREIRA

Uma pesquisa realizada pela Seal Telecom e por sua parceira Mitel revelou as oportunidades e desafios do teletrabalho no meio corporativo, além das tendências da área.

Definido para situações em que tecnologia de comunicação e dados permitem ao colaborador remoto acesso às principais ferramentas de trabalho, o termo teletrabalho engloba desde funcionários em deslocamentos, atividades home-office até força de vendas externa.

O estudo, realizado nos EUA, aponta que 95% dos empregados que trabalham remotamente economizam pelo menos US$ 25 (cerca de R$ 60) por mês com despesas de transporte e um quarto dos entrevistados acaba poupando mais de US$ 100 (cerca de R$ 230) mensais.

A pesquisa revela também números que ajudam a confirmar que o teletrabalho é uma tendência que ganha cada vez mais aderência no mercado corporativo.
São eles:
- 91% dos empregados acreditam que o trabalho à distancia é uma ótima iniciativa;
- 64% dos funcionários que realizam teletrabalho se consideram mais produtivos e capazes de entregar um serviço de melhor qualidade quando estão fora do ambiente de trabalho;
- 42% dos entrevistados afirmam que os empregadores em busca de talentos deviam oferecer programas de teletrabalho;
- 22% dos funcionários que já trabalham remotamente reavaliariam seus empregos caso a empresa não lhes concedesse tal benefício.

E não é apenas do lado do empregado que o teletrabalho rende vantagens. Segundo o gerente de canais da Seal Telecom, Alexandre Novakoski, a alta no preço dos combustíveis fez despertar o interesse de muitas empresas americanas em manter parte de seus funcionários em casa. “É mais rentável para o empregador pagar a eles a diferença economizada do que ter de aumentar os salários de tempos em tempos”.

O executivo acredita que o teletrabalho se tornará uma prática corporativa disseminada no Brasil em breve. “É só uma questão de tempo. Nos EUA estima-se que 42% das corporações já oferecem alguma espécie de trabalho remoto a seus funcionários. Cidades como São Paulo, onde o trânsito prejudica parte da produtividade empresarial, já são carecedoras de programas que incentivem o home-office”.

http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Crise não afeta emprego, mas renda tem maior queda desde janeiro de 2006

por: ALEXANDRA FERREIRA


O mercado de trabalho vem passando incólume em meio à crise e deverá fechar o ano com o melhor desempenho desde o início da série histórica da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) iniciada em março de 2002. De janeiro a outubro, a taxa de desemprego média é 8%, abaixo dos 9,6% verificados em igual período em 2007. Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, é bem provável que a taxa fique abaixo dos 9,3% constatados ao longo do ano passado."Historicamente, há mais contratações em novembro e dezembro.
Foi o que aconteceu no ano passado, quando a taxa de desemprego caiu entre outubro e dezembro", afirmou.Ao mesmo tempo, a queda na renda do trabalhador foi a maior observada desde janeiro de 2006. Em outubro, o rendimento médio real foi de R$ 1.258,20, queda de 1,3% em relação ao mês anterior. Por outro lado, de janeiro a outubro, o trabalhador recebeu, em média, R$ 1.247,16, 3,3% acima dos R$ 1.207,04 observados em igual período no ano passado."A redução na renda em outubro está associada ao aumento de 0,55% da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Pode ter havido também influência do maior número de pessoas entrando no mercado de trabalho.
Pode ser um reflexo do início das contratações temporárias", completou Azeredo.A taxa de desemprego em outubro ficou em 7,5%, a segunda menor da série, conforme divulgou nesta quarta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Para Azeredo, o resultado mostra estabilidade no mercado de trabalho. Ele frisou que não houve redução estatisticamente significativa na passagem de setembro para outubro, com todas as regiões pesquisadas estáveis."O mercado de trabalho ainda não sentiu os reflexos da crise. Não há percepção de dispensas, e as contratações continuam acontecendo.
Entre setembro e outubro, foram inseridas mais 176 mil pessoas no mercado de trabalho", observou.O nível de ocupação, que mede a população com mais de 10 anos de idade, também é recorde. De janeiro a outubro, 52,4% dessa população está empregada. Em igual período em 2007, esse índice era de 51,4%. Em outubro, o nível de ocupação chegou a 53,5%.Entre as regiões pesquisadas, o IBGE constatou que a taxa de desemprego de 7,7% em São Paulo foi a menor da série, deixando para trás os 7,8% observados em dezembro de 2005. Azeredo avaliou que este resultado mostra que a estabilidade econômica vem se refletindo no mercado de trabalho. São Paulo representa 40% da população ocupada verificada pela PME."A construção do nível atual do mercado de trabalho vem se sustentando há tempos. Esse bom momento não surgiu do dia para a noite.
Embora haja um processo de crise instalado no mundo, nossa economia está arrumada", destacou Azeredo.Fora Salvador, onde a taxa de desemprego caiu de 11,3% para 10,7%, não houve grandes variações nas outras regiões. A taxa ficou em 8,9% em Recife, 7% no Rio de Janeiro, 5,9% em Belo Horizonte e 5,6% em Porto Alegre.
fonte: www.bol.com.br

terça-feira, 11 de novembro de 2008

O Administrador - informe-se sobre a profissão

por: ALEXANDRA FERREIRA

A profissão de Administrador é relativamente nova e foi regulamentada no Brasil em 9 de setembro de 1965, data que se comemora o dia do Administrador.
Os primeiros administradores profissionais (administrador contratado, que não é o dono do negócio) foram os que geriam as companhias de navegação inglesas a partir do século XVII. Estas empresas foram as primeiras sociedades anônimas que se tem notícia.
Administrar envolve a elaboração de planos, pareceres, relatórios, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração.

Habilidades do Administrador
Habilidades Técnicas: Saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas. Saber decidir e solucionar problemas.
Habilidades Humanas: Saber lidar com pessoas, comunicando-se eficientemente, negociando, conduzindo mudanças, obtendo cooperação e solucionando conflitos.
Habilidades Conceituais: Ter Visão sistêmica.
Atitudes do Administrador - Proativo, ousado, criativo, bom exemplo, cumpridor das promessas, saber utilizar seus princípios, ser cooperativo e ser um bom líder ajudando os funcionarios para que eles possam crescer junto com a empresa.

Símbolo da Profissão no Brasil
Este é o Símbolo do Sistema CFA/CRAs. Deverá ser usado nas suas várias versões, em toda a comunicação visual dos Conselhos Federal e Regionais de Administração. O Símbolo é composto de um emblema que representa a profissão de Administrador, cuja concepção e composição é detalhada no "Manual de Identidade Visual da Profissão" , inclusive especificações de cores, para aplicação em policromia ou em preto e branco.

O Símbolo escolhido para identificar a profissão do administrador tem a seguinte explicação justificada pelos seus autores:




  • O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão.
  • Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum".
  • "O quadro é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice (a posição escolhida)"
  • "As flechas indicam um caminho, uma meta, a partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro)".
  • "As flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade (...) as laterais, as metas a serem atingidas".
Dia do Administrador
Nove de setembro é o "Dia Nacional do Administrador", por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.
Juramento do Administrador
"Prometo dignificar minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o Código de Ética, objetivando o aperfeiçoamento da Ciência da Administração, o desenvolvimento das Instituições e a grandeza do homem e da pátria". O juramento foi oficializado pela RN CFA nº 201, de 19/12/97
Oração do Administrador - "Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo; Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional; Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas."
Adm. Rui Ribeiro de Araújo CRA/DF nº 2285
Código de Ética do Profissional de Administração (CEPA) - "O que importa nesse momento é que não se deixe de pensar em Moral, em Ética e em Ética Profissional; que não nos acomodemos diante do presente momento histórico que vivemos, onde a Moral, a Ética não são mais os momentos retóricos e, portanto, cansativos. Urge que reflitam em todos os rincões sobre o valor moral e da Ética, pois só assim mudaremos a Ética do País.É o que propomos e é o que a Comissão de Ética do CFA deseja despertar em todas as organizações". Tupinambá Paraguassú
fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Para cortar custos, Dell estimula funcionários a tirar folga

por: ALEXANDRA FERREIRA

A fabricante de computadores Dell pediu que seus funcionários considerem tirar cinco dias de licença não remunerada, na tentativa de reduzir custos. A empresa, que é a segunda maior fabricante mundial de computadores, está conduzindo um programa para demissão de 8.900 funcionários.
A Dell também está incentivando demissões voluntárias e congelou globalmente as contratações. A companhia planeja reduzir despesas operacionais no quarto trimestre, afirmou Jess Blackburn, porta-voz da companhia. "A intenção é posicionar melhor a Dell para competitividade no longo prazo", disse.
"Estamos pedindo que os funcionários considerem tirar licenças não remuneradas de cinco dias, voluntariamente, como uma forma de reduzir os custos da empresa", afirmou. Os funcionários estão sendo estimulados a tirar esses dias de folga nos próximos três meses.
A Dell, segunda maior fabricante mundial de computadores, depois da HP, vem enfrentando o problema da baixa demanda mundial por computadores pessoais, devido à desaceleração econômica. A empresa anunciou que em agosto já havia realizado 8.500 das 8.900 demissões planejadas.
O mercado de PCs cresceram 15% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com o ano passado. As vendas foram alavancadas principalmente pelos mercados de Europa, Oriente Médio, África e América Latina, segundo dados do IDC.
De acordo com a empresa de pesquisa, a crise chegou de fato ao mercado norte-americano. As vendas de PCs nos Estados Unidos cresceram 4,6% no período, em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O índice ficou abaixo das expectativas, já que o mercado costuma se beneficiar da volta às aulas no país nessa época do ano, o que acabou não acontecendo.

fonte: www.folha.com.br

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Empresas perdem R$1 tri com desvalorização

O Momento é de Cautela para Investimentos na Bolsa
Por: Alexandra Ferreira

As empresas brasileiras com ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perderam mais de 1 trilhão de reais em valor de mercado do início de 2008 até a última sexta-feira, 24 de setembro. O levantamento é da consultoria Economatica e tem como base o valor dos papéis de 330 companhias de capital aberto.
No início do ano as ações das empresas analisadas valiam 2,099 trilhões de reais, já na semana passada elas somavam 1,055 trilhões de reais - um decréscimo de 49,7%. Segundo a consultoria, o setor de construção foi o mais afetado com uma queda de 72,3% do valor de mercado. Trinta empresas compõem esse grupo mais prejudicado.
Parte dessas incorporadoras abriu seu capital no ano passado, pouco antes do agravamento da crise financeira iniciada nos Estados Unidos. Sem uma base de comparação para os analistas, elas foram diretamente afetadas pela crise.
O segundo setor mais atingido foi o de papel e celulose, que perdeu 67,7% do seu valor de mercado. E, com perda um pouco menor, o setor de eletroeletrônicos perdeu 61,8% de seu valor.
A Economatica também listou as empresas com maior perda do valor nominal. No topo estão as companhias do setor de petróleo e gás, cujo valor encolheu 231,9 bilhões de reais desde o início do ano. Em seguida ficou o setor de finanças e seguros com queda de 223 bilhões de reais.

fonte: www.veja.com.br